Acervo cultural terá comissão de acompanhamento

Por Divulgação 22-12-2004 | 00:00:00
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Foi formada hoje (22) a Comissão de Acervo Cultural, representação que , juntamente com a população, estará somando esforços na preservação da memória da cultura. Material gráfico, fotos, entrevistas e documentos comporão o acervo. Para a secretária da Cultura (Secult), Renata Requião, esta é uma forma de salvar a memória e o acervo cultural da cidade, com isso, pode-se construir um futuro com o qual a população de identifique. Formam a comissão, representantes das Universidades Católica de Pelotas (UCPel) e Federal de Pelotas (UFPel), do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), do Ginásio do Areal, da Associação dos Amigos da Baronesa, (AMBAR), Rádio Com e artistas locais. A diretoria da comissão será renovável, devendo ser alterada no prazo de dois anos. No encontro, os presentes fizeram relatos sobre suas experiências culturais, destacando os projetos 2.7.7, É conversando que a gente se entende, Criança no Sete, Foco na Área, Núcleo de Educação Patrimonial, entre tantos outros. Representando o Curso de Filosofia da UCPel, Luis Borges, parabenizou a iniciativa da Prefeitura em incentivar a criação da comissão. “Mesmo ao apagar das luzes esta gestão se preocupa com a preservação do futuro”, explica. Em nome do CEFET, Gilnei Oleiro lembrou a importância da apropriação dos espaços públicos. “Sem dúvida aconteceu a democratização da cultura, a valorização dos artistas locais, a realização de debates e a inserção de inúmeras pessoas nos projetos desenvolvidos por esta administração comprovam isto”, complementa. Questões como a periodicidade das reuniões, propostas de estatuto, ampliação do caráter de Comissão para Conselho e inclusão de outras pessoas também foram conversadas. HISTÓRICO - O setor do patrimônio cultural foi a única herança de antigas gestões. Desde 2001 a cultura passou a ser vista como formativa das comunidades e como expressão individual. A Secult promoveu e coordenou a execução de projetos culturais locais nas áreas da expressão, ocupando diversos equipamentos com espetáculos que priorizam a produção local e o resgate da cultura regional. Estes projetos oportunizaram a qualificação profissional e o acesso a novos públicos. Ao longo destes quatro anos, mais de 70 mil pessoas prestigiaram as atividades realizadas no Sete de Abril. O Theatro esteve 450 dias de portas abertas à população.

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