Arte cênica é destaque nos 192 anos de Pelotas
Um apanhado dos melhores espetáculos teatrais faz parte das atividades de lazer e cultura preparadas pela Prefeitura para comemorar os 192 anos de Pelotas. Domingo (4) a magia invade mais uma vez o Theatro Sete de Abril, em duas sessões, às 15h e 21h, para apresentação do “Tholl, Imagem e Sonho“, do grupo Oficina Permanente de Técnicas Circenses (OPTC) e dirigido por João Bachilli. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do teatro aos preços de R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia). As esquetes e performances do espetáculo já ganharam a predileção do público nas várias cidades do estado que já se apresentaram, contabilizando desde sua estréia mais 25 mil espectadores. “É um espetáculo mágico que envolve a platéia de forma surpreendente, sublimando a forma como linguagem principal, revezando técnicas e transportando o espectador para um mundo de sonhos e fantasia”, garante o diretor. Corda acrobática, tecido aéreo, monociclos, palhaços, perna-de-pau, pirofagia e muita energia e interatividade levam em uma hora e 15 minutos de duração à vibração constante e catarse coletiva. Na segunda-feira (5), o Largo do Mercado Edmar Fetter serve de palco para duas apresentações ao ar livre. A primeira acontece às 14h, com o grupo pelotense Estripulia. O espetáculo dirigido por Mágico Télvis é composto por quatro esquetes divertidos com histórias interativas apresentadas por bonecos de luva, onde o público participa das atuações, opinando e trocando idéias com os personagens. Os textos possuem linguagem simples e coloquial, representando uma mistura de fantasia e realidade, com tópicos surreais intercalados com situações e fatos conhecidos do público em geral. Às 16h a atração do Aniversário de Pelotas é a apresentação da peça “A Saga de Canudos”, dirigida por Paulo Flores e adaptação da peça “O Evangelho Segundo Zebedeu” de César Vieira. O espetáculo é uma encenação coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz para teatro de rua e conta a história da construção e destruição de Canudos. O conteúdo da peça oportuniza ao público contato com um dos movimentos populares mais importantes do nosso país. O espetáculo recebeu o Prêmio “A Luta Pela Terra”, edição 2001, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra pela sua contribuição cultural