Caminhada pela paz hoje
O Comitê pela Paz e a Prefeitura promovem, hoje (05), a caminhada “Todo mundo contra a máquina da guerra”, a partir das 14h, no calçadão da Andrade Neves. A caminhada contra a guerra por petróleo e a guerra social sairá do calçadão, esquina Voluntários da Pátria, em direção ao Largo Edmar Fetter. A partir das 16h, em frente ao Mercado Central, apresentações musicais com as bandas Auto Retrato, Contrabando, Feito em Casa, Freak Bros, Arquivo Rasta, Irmãos de Cor e Edu Damatta. Visando sensibilizar a opinião pública sobre as graves conseqüências desta guerra, como o aumento da fome em vários países e o desrespeito aos direitos humanos, os organizadores sugerem que os participantes portem tarjas brancas, cor que simboliza a paz. O Movimento pela Paz, sob articulação do reverendo Ramacés e o vereador Lair de Mattos, envolve diversos segmentos, como a Prefeitura Municipal de Pelotas, igrejas, partidos políticos, sindicatos, ONGs, centros estudantis e outros grupos religiosos, que mobilizam-se num ato de Não à Guerra, evidenciando a situação de conflitos gerada pelo ataque dos Estados Unidos ao território iraquiano. De acordo com os organizadores da manifestação, o fruto desta invasão militar, na perspectiva de obter o controle hegemônico, não só daquele país, mas no mundo, terá o custo de vidas, por conseguinte a violação dos direitos humanos. As mobilizações persistem, em todo o mundo, colocando em foco o desrespeito à soberania dos povos. Dessa forma, o Movimento pela Paz, articulou-se com diversos segmentos, no sentido de ampliar as discussões e condenar esse atentado contra a humanidade. O ato público Não à Guerra terá concentração às 15h, no Calçadão da Andrade Neves, na esquina da rua Voluntários da Pátria. De lá segue a caminhada em direção ao Mercado Central, seguido de ato show, às 16h, no Largo Edmar Fetter. O secretário de Educação Mauro Del Pino convida professores, pais, alunos e funcionários das escolas municipais a participarem do movimento. “ A busca de um mundo de paz passa por uma educação que cultive valores como a solidariedade e o respeito às diferenças e que se coloque frustrante contra qualquer tipo de violência”, diz ele. Enfatiza ainda que se faz necessária a participação efetiva de todos, fazendo com que Pelotas, a exemplo do restante da população do país passe a se manifestar contra a guerra, esperando um mundo de paz.