II Simpósio de atualização em DST/Aids

Por Divulgação 18-11-2003 | 00:00:00
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A Secretaria Municipal de Saúde e Bem Estar, através do Programa Municipal de DST/Aids, realiza o II Simpósio de Atualização em Doenças Sexualmente Transmissíveis neste sábado(22), das 8h30 às 18h, tendo por local o auditório da Faculdade de Direito. Dirigido a médicos e enfermeiros, as inscrições para o simpósio são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 227.5077, com a coordenação de DST/Aids, ou no local do evento. A abertura, marcada para as 8h30, será feita pelo secretário municipal de Saúde, Juvenal Dias da Costa, sendo seguida do curso “O laboratório no controle das DST”, coleta e processamento do material clínico, com Nero Barreto. Das 11h às 12h30, mesa redonda preservativo, certeza da eficácia e incerteza do uso, com Ceres Victora, antropóloga da UFRGS e Nupacs, Geralda Rigotti, pediatra da Coordenação Estadual de Aids, e Paula Machado, mestranda em antropologia da UFRGS. A partir das 14h, Nero Barreto palestra sobre microorganismos esperados e microbiota normal, diagnóstico laboratorial das úlceras genitais, uretrites gonocócicas e não gonocócicas, vaginose bacteriana e vaginites. Dados No Brasil, o primeiro caso conhecido de AIDS data de 1980, e ocorreu no Estado de São Paulo. Seu diagnóstico foi estabelecido retrospectivamente, em 1985. De forma semelhante ao que aconteceu nos Estados Unidos, os primeiros casos no Brasil foram relatados principalmente na população de homens que fazem sexo com homens (HSH), residentes nas duas maiores cidades do país: São Paulo e Rio de Janeiro. Em 1983, a AIDS foi incluída no elenco das doenças de notificação compulsória no Estado de São Paulo e, em 1986, passou a ser lei, a obrigatoriedade de realização de testes sorológicos em todos os bancos de sangue. Essas medidas foram instituídas em 1986 e 1988, respectivamente, a todo o território nacional. Nos primeiros anos, o crescimento da epidemia foi exponencial, com o número de casos se multiplicando a cada ano.Hoje, embora o crescimento da epidemia seja mais lento, principalmente entre HSH e usuários de drogas injetáveis, a AIDS vem, progressivamente, atingindo as mulheres e a população heterossexual.

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