Pesquisa mostra que pelotense está consumindo mais
As ações da Prefeitura nos últimos três anos fizeram de Pelotas a segunda cidade do interior estado com maior potencial de consumo. De acordo com estudo anual da Brasil em Foco – Índice Target de Potencial de Consumo, da Target Marketing, publicada no jornal Zero Hora, Pelotas que anteriormente tinha economia centrada na indústria passou a ser um pólo de serviços com o aumento do IPC (Índice de Potencial de Consumo). Segundo o prefeito Fernando Marroni essa transição foi possível devido ao aumento dos investimentos públicos e privados principalmente na área de serviços, dando maior dinâmica econômica ao município. Para Marroni, ter ficado a frente de grandes cidades metropolitanas significa que a aposta da Prefeitura de dinamizar a economia local, deu certo. “Saneamos as contas públicas, firmamos parcerias inéditas para qualificação da infra-estrutura urbana e decidimos apostar em quem produz em Pelotas, seja grande ou pequeno, e os resultados estão aí”, ratificou. As melhorias estruturais da cidade e investimentos em saneamento, aliadas a movimentação que programas como PAR e Monumenta trazem ao mercado foram fundamentais para este novo cenário. “O desenvolvimento é resultado da geração de trabalho e renda aliada nova estrutura da cidade, que atrai cada vez mais grandes investimentos”, explica Marroni. “Só com o PAR já foram investidos R$ 45 milhões no mercado habitacional”, complementa. A adimplência das contas públicas permite que a Prefeitura possa acessar programas deste porte. Iniciativas como a requalificação das feiras livres e novas alternativas de renda para os pescadores, como a Feira do Pescador já movimentam o mercado. Com a instalação do Entreposto Pesqueiro, este mercado deve aumentar ainda mais. Novos investimentos como a instalação da Base Florestal da Votorantim Celulose e Papel, que terá a base da empresa para o desenvolvimento de projeto orçado em R$ 150 milhões para os dois primeiros anos em Pelotas são exemplos de que o município tem um futuro ainda melhor. O gerente da empresa, José Maria Arruda Mendes Filho, explica que além das boas condições logísticas da cidade, a capacidade de fornecimento de serviços e conhecimento, através de instituições como o Centro de Educação Tecnológica (Cefet) e as universidades Federal (UFPel) e Católica (UCPel) foram determinantes para a escolha do município para a instalação da nova base florestal. A transformação da metade sul como um grande pólo metal-mecânico também já é realidade com a instalação de dois novos o estaleiros no Porto de Rio Grande: o Aker Promar que deverá gerar cinco mil empregos diretos e 20 mil indiretos e o Transnave com mais 1,5 mil diretos e seis mil indiretos. A boa notícia chega no momento em que novos investimentos aportam no município, o que significa que o índice de potencial de consumo para as próximas pesquisas também deverá aumentar.