População deve colaborar com o programa de combate ao mosquito
Buscando a parceria da população no programa de combate ao mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypti, a Prefeitura desenvolveu hoje(20) diversas atividades informativas com agentes de saúde e técnicos esclarecendo dúvidas da comunidade sobre medidas de controle dos focos do inseto responsável por esta doença. A atividade integra o programa de combate ao mosquito, desenvolvido sistematicamente pela Prefeitura a fim de manter a cidade livre do Aedes. Junto a esta ação, para combater o mosquito mais comum, o Culex, faz a aplicação de larvicida após os serviços de drenagem urbana, aplicando ainda o produto químico nas caixas de decantação e nas bocas de lobo. Além do larvicida que é aplicado em locais com acúmulo de água, está sendo utilizado também o fumacê portátil. De 1999 até agora, a Secretaria de Saúde e Bem Estar identificou e eliminou oito focos do mosquito transmissor da dengue. Eles foram identificados no Fragata, em 1999; nas Três Vendas, em 2001; no Fragata, em 2002; no Sítio Floresta, balneário Santo Antônio (dois focos) e Barbuda (dois focos), em 2003. Este ano não foi registrado nenhum caso. Já existe a presença do vetor Aedes em cidades bem próximas a Pelotas, como Porto Alegre, Guaíba e Tapes. Para evitar que a cidade crie condições propícias para disseminação dos vetores da dengue, principalmente agora com a achegada do verão, as pessoas podem colaborar com pequenos cuidados, como colocar areia nos pratos dos vasos de flores ou lavá-los a cada três dias. Também são ações simples e de resultados preventivos guardar as garrafas com o gargalo para baixo, manter as caixas de água tampadas, as calhas limpas a fim de evitar o acúmulo de água e não armazenas pneus ou latas nos pátios. Igualmente as piscinas devem ser mantidas com água limpa e tratada durante o ano inteiro. O Aedes, transmissor da dengue e febre amarela é muito parecido com um pernilongo comum, só que mais escuro, possui linhas brancas pelo corpo e pelas patas. Tem o costume de atacar as pessoas durante o dia. Vive e se reproduz em ambiente com água limpa, próximo à habitação humana. Em 90% dos casos os vasos são os locais propícios para tornarem-se criadouros. Os demais 10%, em ordem decrescente são latas e copos descartáveis, caixa d’água, pneus e calhas.