Prefeitura adere ao Programa Brasileiro de Qualidade

Por Divulgação 07-10-2004 | 00:00:00
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A Prefeitura, Sinduscon, Incubadora Nynho, conselhos Municipais de Ciência e Tecnologia e de Desenvolvimento Sustentável e Trabalho promovem dia 13, seminário sobre Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade. O encontro será no miniauditório 3 do Centro Federal de Educação Tecnológica(CEFET), a partir das 13h30. Durante o seminário será assinado o Termo de Adesão da Prefeitura ao Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-Habitat). Participam do evento representantes do Ministério das Cidades e Movimento Brasil Competitivo. O objetivo do seminário é fomentar a discussão e fornecer subsídios sobre a necessidade de que todos os segmentos busquem a qualificação de seus produtos ou serviços. O programa PBQP-Habitat do Ministério das Cidades visa a organização do setor da construção civil em torno de duas questões principais: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva. A busca por estes objetivos envolve um conjunto amplo de ações, como a qualificação de construtoras e de projetistas, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão de obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, aprovação técnica de tecnologias inovadoras, comunicação e troca de informações. Desta forma, espera-se o aumento da competitividade no setor, a melhoria da qualidade de produtos e serviços, a redução de custos e a otimização do uso dos recursos públicos. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Daniel Aquini, o setor da construção civil tem mostrado uma importância dinâmica gerando muitos empregos. “A qualificação deste segmento traz resultados na gestão das empresas, diminuição de resíduos, aprimoramento da mão-de-obra e o consumidor é beneficiado através da aquisição de moradias com maior qualidade”, salienta. A adesão ao PBQP-Habitat é voluntária. O seminário é aberto a comunidade e entrada é franca. Aquini revela que Pelotas destaca-se por projetos na área habitacional. A conquista de um lugar para morar é facilitada para famílias com renda entre três e seis salários mínimos. No Programa de Arrendamento Residencial (PAR), Pelotas é a segunda cidade no país em captação de recursos no financiamento. Na construção de dez unidades habitacionais estão sendo injetados na economia local R$ 40 milhões, que têm aquecido o mercado da construção civil, gerado 1,2 mil empregos diretos, na construção de 1.491 unidades habitacionais. Atualmente mais de 60% dos recursos disponibilizados ao PAR são operados por empresas de Pelotas que expandiram seus negócios para outros municípios. A habitação popular, incorporada à geração de trabalho e renda, tem sido uma das prioridades da Prefeitura: 5,1 mil famílias passaram pelo processo de regularização fundiária e tornaram-se proprietárias de seus lotes; 217 famílias foram retiradas de áreas de risco e reassentadas em lotes; 342 famílias foram beneficiadas com o Programa Habitacional de Interesse Social (PSH); 145 chalés foram entregues à famílias em vulnerabilidade social no programa Abrigo Emergencial e 475 famílias se beneficiaram do Programa de Cooperativismo Habitacional. Ao todo, 6.279 famílias foram atendidas nos programas habitacionais dedicados às famílias com renda inferior a três salários mínimos.

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