Prefeitura apresenta restauro do Grande Hotel
A Prefeitura apresentou hoje (29) pela manhã, a restauração da fachada, cobertura e calçada do Grande Hotel. O projeto de reciclagem no interior, que irá abrigar o Centro Administrativo, também foi exposto. Para a primeira etapa do projeto foram destinados R$ 623 mil do Programa Monumenta. Na reciclagem do interior serão investidos R$ 1,2 milhão. Os recursos para adaptação da estrutura interna são do Programa de Modernização da Gestão Municipal (Progem), que tem financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo o secretário das Finanças Marcos Bosio, após um conjunto de tratativas e diálogos sobre a realidade do Município, hoje pôde ser comprovado que é possível compatibilizar parte da história com a lógica de negócio. ”É a utilidade prática do serviço público, concretizada à vida da comunidade, num símbolo de nossa cidade”. O Grande Hotel envolve diferentes ações administrativas no patrimônio, sustenta diversas vertentes que formam um novo fluxo. “É a devolução da cidade a seus habitantes”, completa. A secretária da Cultura, Renata Requião, classifica a restauração como fundamental para a modernização tributária e de atendimento, que revitaliza um dos monumentos que marcou a economia pelotense. Segundo o diretor presidente da Empresa Municipal de Informática de Pelotas (CoinPel), Antônio Guimarães, o Centro será um modelo de serviços públicos em interação com o patrimônio. A iniciativa está transformando um dos prédios mais tradicionais da cidade em um local onde os cidadãos possam acessar com tranqüilidade e rapidez, um amplo conjunto de serviços. Pelo projeto, a estrutura original do prédio será mantida, mas a sua configuração interna será totalmente reformulada assim como as instalações de rede elétrica, sistema hidráulico e telefonia. A professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Ester Gutiérrez vê o projeto como o despertar do planejamento urbano. ESTRUTURA- No térreo irá funcionar, além da Central de Atendimento, uma agência do Banrisul. Para o diretor adjunto do Banrisul, Paulo Rosa, o Posto de Atendimento irá agilizar o processo, centralizar ações e qualificar os serviços, além é claro, de dar vida a um prédio que há muito tempo estava esquecido. No hall, haverá a sala de exposições Guilherme Litran, atualmente desativada. Ali poderão ser expostos somente trabalhos em escultura, para não prejudicar a visualÉ a devolução da cidade a seus habitantes”, completa. A secretária da Cultura, Renata Requião, classifica a restauração como fundamental para a modernização tributária e de atendimento, que revitaliza um dos monumentos que marcou a economia pelotense. Segundo o diretor presidente da Empresa Municipal de Informática de Pelotas (CoinPel), Antônio Guimarães, o Centro será um modelo de serviços públicos em interação com o patrimônio. A iniciativa está transformando um dos prédios mais tradicionais da cidade em um local onde os cidadãos possam acessar com tranqüilidade e rapidez, um amplo conjunto de serviços. Pelo projeto, a estrutura original do prédio será mantida, mas a sua configuração interna será totalmente reformulada assim como as instalações de rede elétrica, sistema hidráulico e telefonia. A professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Ester Gutiérrez vê o projeto como o despertar do planejamento urbano. ESTRUTURA- No térreo irá funcionar, além da Central de Atendimento, uma agência do Banrisul. Para o diretor adjunto do Banrisul, Paulo Rosa, o Posto de Atendimento irá agilizar o processo, centralizar ações e qualificar os serviços, além é claro, de dar vida a um prédio que há muito tempo estava esquecido. No hall, haverá a sala de exposições Guilherme Litran, atualmente desativada. Ali poderão ser expostos somente trabalhos em escultura, para não prejudicar a visualização do aparato arquitetônico. No primeiro andar estará a Secretaria das Finanças (SMF) e um Memorial do Grande Hotel. No segundo, a da Administração (SMA), e no terceiro pavimento a CoinPel, junto a salas de multiuso e um pequeno auditório. No subsolo haverá espaço para atividades culturais, gastronômicas, mostras e oficinas.