Município põe equipamento em teste em espaços onde gramíneas se acumulam mais facilmente, como em calçadas, sarjetas e ruas de pedras irregulares e paralelepípedos

Prefeitura testa capina elétrica para inserir na limpeza urbana

Município põe equipamento em teste em espaços onde gramíneas se acumulam mais facilmente, como em calçadas, sarjetas e ruas de pedras irregulares e paralelepípedos
Por Roberto Ribeiro 28-11-2025 | 18:06:46
Tags: Zeladoria , Inovação tecnológica , limpeza urbana

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura (Ssui) e em parceria com a Secretaria de Urbanismo (Seurb), colocou em teste nesta sexta-feira (28) a capina elétrica. O equipamento utiliza energia elétrica para fazer serviços de roçado de ervas daninhas principalmente em calçadas, sarjetas e ruas de paralelepípedo. A ideia é, após período de testes, colocá-lo no projeto de licitação para escolha de empresa prestadora do serviço de limpeza urbana que será aberto no meio do ano que vem.

“Vamos introduzir inovações tecnológicas no serviço da limpeza urbana, utilizar recursos de baixo impacto ambiental, com menor necessidade de manutenção e mais entrega à população”, disse o prefeito Fernando Marroni, que acompanhou durante a tarde um dos testes realizados nesta sexta, no entorno da praça Palestina, quadrilátero que envolve as ruas Álvaro Chaves, Voluntários da Pátria, Bento Martins e Doutor Cassiano.
O prefeito Fernando Marroni observa o funcionamento da capina elétrica, equipamento colocado em teste nesta sexta-feira (28) na região da praça Palestina, área central de Pelotas (Fotos: Volmer Perez/Secom)

O equipamento acoplado a um trator representa inovação no manejo da limpeza urbana. A eletricidade causa necrose dos tecidos vegetais, desde as folhas até as raízes, aquecendo as células internas das plantas, levando a vegetação daninha á morte. “São várias as vantagens”, reforça o secretário Mateus Consen, que tomou conhecimento da existência da capina elétrica em eventos realizados fora do município. Segundo ele, o processo de crescimento de novos brotos (rebrota) leva um tempo maior se comparado à capina manual ou mecânica, o que provoca menor necessidade de serviços de manutenção. Também não usa herbicidas químicos, tem baixo impacto ambiental e, portanto, pode ser usado próximo a escolas, mananciais e áreas sensíveis. Nesta sexta-feira, além do entorno da praça Palestina, o equipamento foi utilizado no cruzamento das ruas Sete de Setembro com Álvaro Chaves. 

“Em um ambiente quente e úmido como o verão em Pelotas, que favorece o crescimento rápido de gramíneas, a perspectiva de contar com uma capina elétrica é promissora”, avalia ele. “As capinas que no verão são necessárias de 20 em 20 dias em certas regiões da cidade, passam, depois da segunda aplicação da capina elétrica, a ter periodicidade anual, é muito mais eficiente que a raspagem tradicional”, completa. 

O período de testes da capina elétrica no município será feito da avenida presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira à rua Almirante Barroso, entre Barão de Butuí e Doutor Cassiano. Na próxima semana a Prefeitura vai colocar varredeiras elétricas em teste, a serem adotadas nas ações de zeladoria no calçadão, na área central, também na perspectiva de introduzir inovação tecnológica no serviço de limpeza urbana do município. 

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