Programa da Prefeitura distribui aves a famílias carentes
A Prefeitura através da Secretaria de Direitos Humanos, Cidadania e Assistência Social, entregou ontem (1°) à tarde 300 frangas e 750 kg de ração, para 32 famílias da Vila Peres. Essa atividade faz parte do programa de apoio sócio-educativo as famílias (ASEFAM), desenvolvido pelo executivo. A distribuição destas aves visa melhorar o índice nutricional e a geração de renda, nesta mesma linha a Secretaria desenvolve também o projeto de cultivo de hortas. As famílias contempladas com as aves recebem da SMDHCAS, nos primeiros cinco meses, a ração para o desenvolvimento das frangas, após este período os animais estarão produzindo ovos para consumo e venda, viabilizando a execução de uma parte do programa. As 32 famílias que desempenharão a função de criadores avícolas, terão o acompanhamento e a fiscalização de um técnico agrícola e uma assistente social. Além disso, o agrônomo da Embrapa João Pedro Zabaleta, auxilia no treinamento e na construção dos aviários. Os técnicos em avicultura realizaram estudos, que delimitam o número de aves por família. Esse apanhado definiu que a distribuição condiz com o espaço disponível para a criação, pois essas aves são rústicas e adaptadas para criação livre. Segundo a coordenadora da unidade de promoção social as famílias Sinaia Essinger, “esse é um projeto piloto, pretendemos estender a distribuição de frangas designadas à produção de ovos, para 100 famílias”. Além dessa atividade, o programa proporciona as 2,6 mil famílias cadastradas, a orientação e apoio sócio-familiar, atividades de esporte e lazer e oficinas de treinamento de mão de obra, visando à qualificação profissional da família e também a geração de renda. Atualmente esta sendo desenvolvida a oficina de panificação e posteriormente serão iniciadas as oficinas de doces a salgados, informática e instalação elétrica. Moradora da Vila Peres há 10 anos, Giovana Braga atualmente desempregada e mãe de dois filhos, foi a primeira residente a ingressar no programa, “Acho que os moradores da vila nunca tiveram essa oportunidade, agora poderemos consumir e vender ovos, aprender novas profissões nas oficinas, assim vamos progredir muito, estou bem esperançosa.”