Programas de saúde dirigidos a mulheres e crianças

Por Divulgação 04-04-2003 | 00:00:00
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A Secretaria Municipal de Saúde e Bem Estar lança em maio, o Comitê de Mortalidade Materna e Infantil, com caráter interinstitucional, multiprofissional e confidencial, visando subsidiar a tomada de decisões de gestores e prestadores de saúde no município. O Comitê Municipal reunirá instituições públicas e privadas envolvidas em pesquisa e no atendimento a mulheres, para analisar a mortalidade materna e infantil em Pelotas e propor alternativas para seu controle Em 1994 foi instituído o dia 28 de maio como o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. A mortalidade materna é definida como a morte de uma mulher durante a gestação ou até 42 dias após o término da gestação e independe da duração ou da localização da gravidez. É causada por qualquer fator relacionado ou agravado pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela. As causas predominantes de morte materna têm sido as obstétricas diretas, com destaque para as doenças hipertensivas, as síndromes hemorrágicas, as infecções puerperais (período pós-parto) e o aborto. Outro programa novo da Secretaria, e em andamento, é o de atenção às mulheres vítimas de violência, desenvolvido em parceria com o Governo do Estado, através da Delegacia da Mulher e do Instituto Médico Legal, e do Programa Municipal de DST/Aids. Segundo a coordenadora do Serviço de Programas da SMSBE, Regina Nogueira, pelo procedimento, a mulher deve procurar a unidade básica de saúde ou o Pronto Socorro Municipal, onde será examinada pelos profissionais do IML. Após receber medicação preventiva contra Aids, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez é encaminhada para a Delegacia da Mulher e, posteriormente, para atividades de acompanhamento em grupo. Nos casos em que não ocorre violência sexual, ela é atendida, encaminhada para a Delegacia e depois para acompanhamento. Também visando diminuir a mortalidade materno e infantil, a Secretaria continua aperfeiçoando os programas Pré-Natal, Pra Nenê e Parto Humanizado, em desenvolvimento nos postos de saúde e nos hospitais. Estes programas, que exigem o registro adequado dos pacientes, dependem da participação da comunidade, já que toda a mulher, grávida até o terceiro mês, deve procurar a unidade de saúde para participar do Pré-Natal.

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