Residencial Porto integra revitalização da zona portuária

Por Divulgação 29-10-2003 | 00:00:00
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Será assinado hoje(30), às 12h, no auditório da Associação Comercial, o contrato para construção do Residencial Porto, 9º empreendimento do Programa de Arrendamento Residencial desenvolvido em parceria pela Caixa Econômica Federal, Prefeitura e Sinduscon. A assinatura integra a programação do 8º Seminário Regional da Qualidade e Produtividade na Construção Civil, que discute estratégias de desenvolvimento do setor envolvendo ações da iniciativa privada e do poder público. O Residencial Porto, obra do empresário Roberto Ferreira, será construído na rua Gomes Carneiro esquina com a rua Garibaldi, no bairro Porto, oferecendo 140 apartamentos de dois dormitórios, centro comunitário, estacionamento e áreas de lazer e esportiva. A Secretaria Municipal de Habitação e Cooperativismo já dispõe de mais de 400 inscritos para o novo residencial projetado no ano passado. “Este empreendimento, além de oferecer opções de moradia à população, está inserido na proposta da Prefeitura, via Plano Diretor,de combate ao vazio urbano e aproveitamento do potencial da zona portuária, servindo como incentivo à habitação daquele local, uma das raras áreas desocupadas no bairro. A observação é do secretário Paulo Oppa Ribeiro, lembrando que ele também representa a primeira ação concreta do Atelier Sirchal, que propõe políticas de revitalização da Zona do Porto. O Atelier Sirchal, do governo francês, desenvolve o Programa de Revitalização de Sítios Históricos em vários países. Em Pelotas, no ano passado, a vinda dos técnicos franceses foi patrocinada pela CEF, que realizou oficina com representantes da Prefeitura, Governo do Estado, Porto e universidades propondo políticas para revitalização da Zona do Porto. “E é com esta característica de referência de preservação que o Residencial Porto foi idealizado, visando devolver ao Porto a vida intensa de outras épocas e a ocupação dos prédios abandonados que serviram a antigas fábricas, como o retro-carga”, pondera Oppa Ribeiro. Pelo projeto, que inclui valorização do patrimônio histórico e reciclagem dos prédios desocupados, a construção da antiga Cosulagri, de 500m2, será adaptada para uso comunitário do condomínio. O local abrigará lojas para aluguel e espaços para escritórios e salão de eventos de uso comunitário. Com a assinatura deste contrato, o PAR disponibiliza 1240 unidades habitacionais para famílias com renda entre três e seis salários mínimos, superando o estipulado pelo convênio, assinado em 2001, entre as parcerias para construção de mil unidades. É expectativa do grupo chegar a 1500 moradias com o lançamento do Residencial Princesa do Sul no próximo mês.

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