Saúde monitora foco do mosquito aedes albopittus

Por Divulgação 14-03-2003 | 00:00:00
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A Secretaria Municipal de Saúde e Bem Estar identificou, na última quinta-feira(13), um foco do aedes albopittus, mosquito vetor da dengue, em um imóvel situado na BR 116. A Secretaria já iniciou os procedimentos de controle, com a varredura em todas as residências e terrenos, num raio de 300 metros a partir do foco. O secretário municipal de Saúde e Bem Estar, Juvenal Dias da Costa, observa que a identificação deste foco não significa que a cidade esteja infestada pelo mosquito transmissor da dengue. “A situação está sob controle, entretanto precisamos da colaboração da população na adoção das medidas preventivas para evitarmos a formação de locais favoráveis à proliferação deste inseto”, pondera. O controle, em pontos estratégicos, através de armadilhas, é feito pelos agentes de combate ao mosquito, quinzenalmente, pela coleta de larvas. Identificado um foco, por medida de segurança, são inspecionados 100% dos imóveis, num raio de 300 metros. Segundo os técnicos, a fêmea do mosquito circula no máximo em um raio de 100 metros, mas, por margem de segurança, este controle é ampliado. Após a pesquisa dos focos de água são eliminados todos os lixos encontrados nos terrenos e imóveis. Nos casos em que não é possível a adoção destas medidas, são utilizados inseticidas, específicos e autorizados pela Fundação Nacional de Saúde. Até o momento, foram encontrados quatro focos de mosquitos transmissores da dengue. Dois do aedes aegypti e dois do aedes albopittus. Aedes O Aedes tem preferência por locais com água limpa e sem a incidência direta de luz. Por água limpa entendem-se depósitos que não tenham elevada concentração de impurezas, como esgotos. Vasos, baldes, pneus e potes de água para animais são locais de risco, por isso devem ser limpos diariamente. Terrenos com água empoçada também são criadouros em potencial. Piscinas que recebam manutenção regular, com aplicação de cloro e filtragem, não apresentam riscos. No entanto, piscinas abandonadas, sem cuidados, podem abrigar os ovos e larvas do mosquito. Cerca de 90% dos focos do mosquito estão em residências, na água de pratinhos de vasos de planta, por exemplo.

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