16 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres
A Prefeitura, através da Secretaria Direitos Humanos, Cidadania e Assistência Social (SMDHCAS), Conselho Municipal da Mulher e Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Vereadores, comemoram no dia três de dezembro o Dia da Não Violência Contra Mulher. O evento será realizado no Salão Nobre da Prefeitura, e tem como tema a palestra Vem Pra Roda, Vem pra Rede. O objetivo é sensibilizar a comunidade para a prevenção da violência contra a mulher, fortalecendo a rede de apoio ao enfrentamento da violência. O dia internacional é comemorado quinta-feira (25), e abre os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. A iniciativa é do Centro para a Liderança Global das Mulheres, realizada internacionalmente desde 1991 em 130 países. Integram a campanha as datas, 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a AIDS e 6º de dezembro, data do massacre de mulheres de Montreal, e somente no Brasil, 20 de novembro, o Dia Nacional da Consciência Negra. A programação tem início às 13h30min com credenciamento. Às 14h haverá a solenidade de abertura e às 14h30min a apresentação da palestra Vem Pra Roda, Vem Pra Rede, ministrada pela assistente social e sócio educadora da Rede Mulher de Educação, Clair Ziebelli. Logo após haverá a apresentação da fotografia de Luciety Mascaranhas Saraiva, professora municipal, delegada sindical e lutadora social que morreu vítima de violência nos anos 90. Ela simboliza a luta dos movimentos das mulheres de Pelotas. O slogan para este ano é Pela Saúde das Mulheres, pela saúde do mundo, basta de violência! O trabalho irá concentrar-se no fortalecimento da auto-estima da mulher e seu empoderamento como condições para sair das situações de violência. A linha estratégica da campanha é de mobilizar os movimentos de mulheres, desenvolver políticas com o objetivo de comprometer os órgãos governamentais e estimular a realização de atos públicos para dar mais visibilidade ao tema. Casa da Acolhida a Mulher Vitima de Violência A Casa de Acolhida Luciety já existe há um ano, e trabalha com a defesa e proteção às mulheres vítimas de violência. O local mantido, pela Prefeitura, é de caráter sigiloso e temporário, na proteção de mulheres e filhos com risco de vida, devido a situações de violência doméstica. O atendimento é integral e interdisciplinar, com o objetivo de reinserí-las na sociedade, além de reconstruir a auto-estima, a autonomia e o fortalecimento dos vínculos com filhos e família.