Prefeitura amplia espaços de inovação com seis novos laboratórios Maker
EMEF João da Silva Silveira recebeu uma impressora 3D, notebooks e filamentos neste mês de agosto
A Secretaria Municipal de Educação de Pelotas (SME), por meio do Centro Tecnológico Educacional de Pelotas (CETEP) e com a parceria do IFRS, UFPel e FURG, avança na implementação de novos espaços de inovação e tecnologia na rede municipal de ensino. Seis escolas estão recebendoc equipamentos de informática, ampliando as oportunidades para os estudantes com criatividade e cultura maker. São elas: EMEF Cecília Meireles, EMEF Afonso Vizeu, EMEF Olavo Bilac, EMEF João da Silva Silveira, EMEF DOM Francisco Barreto e o Colégio Pelotense.
Para o professor responsável por atividades de pesquisa e extensão no projeto Cultura Maker, Serguei Silva, a articulação para a execução do projeto entre as três instituições de ensino permite uma extensa cobertura pelo Rio Grande do Sul. “ O projeto Conecta Makers é uma rede de 45 laboratórios makers a serem implantados em escolas públicas, começando lá em Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, São José do Norte, Pelotas, São Lourenço do Sul, e passando pela Região Metropolitana e Serra Gaúcha também, com a escola mais ao norte estando em Erechim”, pontua o professor.
Apesar dos diferentes contextos de cada escola, Silva explica que todas recebem os mesmos insumos: kits de impressão 3D, kits de corte a laser, equipamentos de eletrônica e ferramentas básicas de informática. Toda experiência desenvolvida nos laboratórios é documentada e arquivada em um repositório, e as outras 44 escolas podem se apropriar da experiência e se adaptar conforme o próprio contexto.
Para a coordenadora do CETEP, Letiane Fonseca, a notícia é uma conquista para a rede municipal. "A implementação de mais seis laboratórios Maker amplia as possibilidades de aprendizagem e aproxima os estudantes de experiências com ciência e tecnologia. Pois, é um espaço de criação, experimentação que desenvolve o pensamento crítico. Sendo que as ações são realizadas no turno inverso ", explica.
A EMEF João da Silva Silveira foi a primeira a ser beneficiada nesta nova fase de implementação de laboratórios. Para a professora responsável pela atividade, Cristiane Vaz, receber os materiais é um incentivo à experimentação. “ Mais do que equipamentos, recebemos novas possibilidades de aprendizagem, criação e descoberta, despertando a curiosidade e a expectativa dos estudantes que participam do projeto. Em uma escola de zona rural, proporcionar essas experiências representa um passo importante para ampliar oportunidades e contribuir, de forma concreta, para uma educação pública de qualidade”.