Saúde avalia proposta de adesão à Farmácia Popular

Por Divulgação 15-03-2005 | 00:00:00
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O secretário de Saúde, Enei Veiga da Silva, esclarece à comunidade pelotense que não desmerece a idéia do município em receber uma franquia da Farmácia Popular, como foi interpretado pela reportagem de um jornal local. “Apenas entendemos que ela é mais uma ação social e não de saúde, já que os medicamentos comercializados atendem a atenção básica em saúde. Medicamentos, para hipertensos e diabéticos por exemplo, estão no grupo dos produtos mais caros e não são vendidos a preços populares”, esclarece. Segundo o secretário, a Prefeitura ainda não avaliou a proposta, onde o Governo Federal oferece mais ou menos R$ 10 mil por mês como ajuda de custos para manutenção e pagamento de pessoal. “Os municípios só são gestores das farmácias onde são comercializados cerca de 80 produtos produzidos por laboratórios públicos. Todo o faturamento é repassado à Fundação Nacional Osvaldo Cruz”, diz. Mesmo reconhecendo que a farmácia irá beneficiar a população, Enei lembra que os postos de saúde e a Farmácia Municipal já atendem a camada da população mais necessitada, com distribuição de medicação gratuita. “É preciso que a comunidade saiba a diferença entre farmácia municipal e popular. Na popular também há comércio, por isso não precisa necessariamente ficar ligada às prefeituras, se caracteriza como uma espécie de franquia”, observa Enei. Como parte da avaliação de adesão ou não, a Secretaria de Saúde estará representada no encontro do próximo dia 28, em Porto Alegre.

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